Para garantir máxima precisão, profundidade analítica e capacidade preditiva em nossas
operações de inteligência cibernética, nossos sistemas e especialistas trabalham com
uma base robusta, confiável e globalmente integrada de fontes de dados, abrangendo
desde ambientes abertos até domínios restritos e clandestinos.
A coleta e análise de dados começam com integrações altamente especializadas que combinam:
• Fontes OSINT (Open Source Intelligence): Utilização de ferramentas e plataformas abertas para extração e correlação de dados públicos com alto valor estratégico.
• Fontes comerciais premium: Bases de dados e provedores especializados em indicadores de comprometimento (IOCs), TTPs, vulnerabilidades emergentes, exposições de credenciais, e perfis de ameaças.
• Parcerias com empresas de threat intelligence globais: Compartilhamento contínuo de indicadores, alertas e estudos de caso, fortalecendo a capacidade colaborativa de prevenção e resposta.
Contamos com uma infraestrutura própria e automatizada de coleta ativa de dados em tempo real, com
cobertura profunda em ambientes onde a maioria das ferramentas convencionais não acessa.
Entre os principais alvos monitorados estão:
• Fóruns (clear, deep e dark web): Observação de discussões sobre vulnerabilidades, planejamentos de ataques, venda de dados vazados, scripts maliciosos e exploração de sistemas.
• Chats e grupos fechados: Infiltração estratégica e automação em canais restritos de mensageria, como IRCs, Discord, Telegram e outros.
• Sites .onion (dark web): Mapeamento contínuo de páginas em redes anônimas como Tor, incluindo mercados ilegais, leilões de acesso a sistemas invadidos, fóruns de hackers e dumps de dados.
• Marketplaces ilegais: Acompanhamento da comercialização de credenciais, ferramentas de malware, exploits, kits de phishing e documentos falsificados.
• Mensagerias criptografadas: Coleta ativa e passiva de indícios de ameaça emergente em ambientes que utilizam criptografia de ponta a ponta.
• Redes sociais abertas e fechadas: Análise de perfis, hashtags, interações e campanhas de desinformação ligadas a atividades maliciosas.
Essa estrutura garante uma visão contextualizada, precisa e antecipada de possíveis ataques, vulnerabilidades exploradas e comportamentos adversos em evolução.
A confiabilidade e atualização contínua dos dados também são reforçadas por alianças estratégicas e cooperação internacional, envolvendo:
• CERTs (Computer Emergency Response Teams): Colaboração com times nacionais e corporativos especializados na resposta a incidentes.
• ISACs (Information Sharing and Analysis Centers): Participação ativa em centros de compartilhamento de informações setoriais (financeiro, saúde, energia, entre outros).
• Comunidades de threat intelligence: Engajamento em redes privadas e públicas voltadas à troca de indicadores, táticas e padrões de ataque.
• Órgãos de segurança pública e internacional (law enforcement): Parcerias com forças de segurança e autoridades cibernéticas para rastreamento de atores maliciosos, apoio investigativo e compliance legal.
Essa combinação de fontes garante:
• Detecção proativa de ameaças antes que se tornem incidentes.
• Contexto situacional preciso e enriquecido.
• Reação rápida e informada por parte das equipes de defesa.
• Mapeamento completo da cadeia de ataque e seus agentes.
Proteção, inteligência e atuação precisa no ambiente digital.